Velma
O backlog da minha carreira: tudo que eu fiz, quem eu sou e como eu quero falar, num lugar só. Em cima disso, posts, ritmo e contatos, e uma extensão que captura de qualquer página.
e 310 commits
jeitos de usar: web, extensão e celular
ferramentas no MCP
usuárias, por convite
- Next.js 16
- Postgres
- Drizzle
- Chrome MV3
- PWA
- Web Push
- Claude
- MCP
A Velma tem duas fundadoras: eu e a Giulia Dias.
O problema
Toda vez que eu ia escrever um post, atualizar o LinkedIn ou me preparar pra uma entrevista, eu começava do zero. O que eu construí, por que troquei de emprego, os resultados de cada projeto e o jeito como eu gosto de falar estavam espalhados entre a minha cabeça, um currículo velho e notas soltas.
E cuidar de presença online sem virar creator é um monte de coisa pequena: guardar a frase boa que apareceu num artigo, transformar em post, lembrar de publicar, retomar contato com quem eu conheci num evento. Cada coisa morava num app diferente, e nada conversava.
A construção
Fiz em 18 dias, em maio de 2026, com agentes de código. O centro é um backlog da carreira, que eu preencho uma vez e vou mantendo:
Em cima desse backlog ficam o dia a dia (posts, agenda, ritmo semanal, contatos, referências) e três jeitos de chegar:
- O que eu fiz. A jornada, cargo por cargo: por que entrei, o que construí, as viradas, o que aprendi e por que saí. E os cases, cada um em contexto, ação, resultado e aprendizado, ligado ao cargo de onde veio.
- Quem eu sou. O posicionamento: o objetivo, pra quem eu falo e os três a cinco temas em que eu tenho autoridade.
- Como eu falo. A voz, em vieses de tom, ângulo e estrutura que eu ligo e desligo. E o perfil de cada canal, com um diagnóstico que diz por onde começar e a nota ao longo do tempo.
Por baixo
- Um painel que não quebra a página. O painel da extensão vive isolado do site, então o visual de um não vaza pro outro. O recorte de tela é feito pelo navegador e cortado no retângulo escolhido.
- Defesa dupla no modo manual. Se eu escolho captura manual, a extensão para de mandar evento automático, e o servidor também recusa.
- Sem evento duplicado. Cada atividade do LinkedIn tem uma chave única, e a extensão pergunta o que já existe antes de buscar o histórico.
- Um alarme pra quando o LinkedIn muda. A extensão testa se ainda acha o que precisa na página. Se um detector quebra, chega um aviso, uma vez só.
- Token tratado como senha. Os tokens da extensão e do MCP ficam guardados só como hash e aparecem uma única vez, na criação.
O resultado
Eu não começo mais do zero. Um post, a headline nova ou a resposta de entrevista saem do mesmo backlog, na mesma voz, e cada projeto que termina vira um case no dia em que acaba, não meses depois.
A ideia vira post sem sair do lugar onde ela apareceu, e o ritmo da semana se preenche sem eu anotar nada. O networking virou lembrete, não culpa: a Velma diz de manhã com quem faz tempo que eu não falo.
O backlog da carreira
O que eu fiz, quem eu sou e como eu falo, que alimentam tudo que eu escrevo.
Pessoas, empresas e cases fictícios. O diagnóstico e as variações vêm de dados de exemplo, sem IA rodando.
De um trecho de artigo ao post publicado
Estou lendo uma newsletter de produto e um parágrafo vira ideia de post.
De uma palestrante num evento ao follow-up feito
Vejo a programação de um evento e quero falar com uma das palestrantes depois.
Telas de um ambiente local. O artigo e o evento são páginas de teste, e as pessoas são fictícias.
A extensão no LinkedIn
No celular
Instalada no celular, a Velma abre numa tela só de atalhos: nova ideia, referência, contato, lembrete. No Android, compartilhar um post com a Velma já registra a interação.
Presença online começa antes do post: começa em saber o que você fez e como você quer falar. Com isso guardado, escrever virou escolher, não lembrar. E quando a ideia pode ser guardada em dois cliques, na página onde ela apareceu, ela não se perde.